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Haja sufoco!

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Meus amigos, o Náutico sempre consegue nos surpreender. Antes do jogo de ontem, contra o lanterna da competição, o Timbu havia conquistado uma surpreendente goleada de 4×0 sobre o Centro Limoeirense, na casa do adversário, onde havia sido derrotado há menos de duas semanas pela mesma equipe.

Pois bem! O que se esperava ontem, pelos mais pessimistas, seria um placar de pelo menos 3×0 para o Alvirrubro. Só que o Sete de Setembro resolver complicar e deixar em suspense os quase 13 mil alvirrubros que compareceram aos Aflitos, até os últimos instantes da partida.

Acompanhando a transmissão por uma emissora de rádio através da internet, fiquei desconfiado quando o primeiro tempo terminou sem a abertura do placar. Resolvi, então, trocar de estação, pra ver se dava sorte! Com apenas 7 minutos, o Náutico abriu o placar com Warley. Mas o jogo seguia “encardido” e, vez por outra, o Sete dava uma “beliscada” na defesa timbu. Aos 41 minutos da segunda etapa, o que se desenhava acabou acontecendo: gol do Sete de Setembro! Mas eis que o zagueiro Vágner, após os 45 minutos, decreta a sofrida vitória do Náutico.

Depois dessa agonia, o Náutico dá uma pausa no Estadual para estrear na Copa do Brasil, na próxima quinta-feira, enfrentando o Atlético de Roraima, em Manaus.

Avante, Náutico!

Agora, vai! Será?

nauxser03.jpgnauxser02.jpgnauxser01.jpgDepois dos vexames das duas rodadas passadas – quando empatou por 0×0 com o Porto, nos Aflitos, e perdeu para o Centro, em Limoeiro, por 2×1 - o Náutico conseguiu uma expressiva vitória por 5×2 sobre o Serrano, no Eládio de Barros Carvalho. Geraldo (2), Vágner, Warley e Kuki marcaram os gols do Timbu.

Os tropeços anteriores dificultaram bastante a conquista do primeiro turno, mas ainda temos outras seis rodadas nessa segunda fase e, como diria o Faustão, “mais do que nunca” teremos que “secar” os adversários à nossa frente na tabela.

Nessa inusitada fórmula de disputa, precisaremos aguardar o fechamento da rodada dessa quinta-feira, para saber com quem jogaremos na próxima quarta-feira de Cinzas.

Para nós, alvirrubros, é hora de concentração para o desfile do Bloco Timbu Coroado, no domingo de Carnaval.

Valeu pelos 3 pontos!

Acabou agora há pouco, em Caruaru. Vitória alvirrubra por 2×1 sobre o Porto. O Náutico não apresentou um futebol primoroso, mas imprimiu boa movimentação ao jogo e chamou a atenção o bom entrosamento dos atacantes Felipe e Warley.

Geraldo fez os dois gols do Timbu – ambos de pênalti – um em cada tempo, constituindo-se, também, em um dos destaques nessa tarde.

Na próxima quarta-feira (23/01/2008), o Náutico voltará a jogar contra o Porto, mas no Eládio de Barros Carvalho, em partida válida pela quarta rodada da primeira fase do 1º turno do Estadual.

E eu, em Brasília, voltarei a acompanhar os jogos através das transmissões de rádio via internet. Não tem importância. O que interessa é o Náutico ganhar, sempre!

A primeira de muitas

Na última quinta-feira (17/01/2008), o Náutico alcançou, de forma sofrida, a primeira vitória no Pernambucano 2008, batendo o Centro Limoeirense por 3×2.

Mais uma vez, acompanhei o jogo pela internet, sendo que desta feita através da Rádio Transamérica. A euforia com o placar parcial de 3×0 deu lugar à preocupação após o Centro Limoeirense marcar por duas vezes e ameaçar um triunfo que parecia tranquilo.

Ainda espero a regularização e/ou recuperação física de alguns atletas, para que possamos avaliar se o time terá mesmo condições de brigar efetivamente pela recuperação da hegemonia no estado.

Nesse domingo (20/01/2008), acompanharei pela TV o jogo contra o Porto, em Caruaru, para conferir a evolução do time alvirrubro.

Estréia com derrota

Na sua estréia no Pernambucano 2008, o Náutico foi a Serra Talhada e acabou derrotado pelo Serrano por 1×0, com um gol sofrido aos 44 minutos do segundo tempo.

Acompanhei parte da transmissão da Rádio Jornal pela internet – uma vez que a maior parte do tempo ficou transmitindo a partida do Santa Cruz contra o Ypiranga – e a entrevista coletiva de Roberto Fernandes ao final do jogo. Para o técnico, a falta de atitude dos seus jogadores nos momentos críticos da partida acabou pesando mais do que a própria inexperiência de boa parte dos atletas, recém promovidos das divisões de base. O que considerei mais importante nas palavras do comandante timbu foi a sua firmeza em afirmar que o planejamento do trabalho não sofrerá impactos por conta de eventuais resultados negativos. Tenho a convicção de que ele não deixará que os jovens sejam “queimados” por conta do fracasso de hoje. “Quem não sabe porque perdeu, não saberá porque ganhou. Nós sabemos porque perdemos e vamos corrigir”, disse Roberto Fernandes.

A torcida alvirrubra, obviamente, está – como eu – de cabeça quente. Mas esse pequeno percalço não nos desviará do caminho do título. Até porque não nos importamos em não ser campeão invicto!

Todos aos Aflitos na quarta-feira, contra o Centro Limoeirense!

PDN: Serrano x Náutico, PE2008

Serrano e Náutico estréiam hoje no Campeonato Pernambucano, em partida válida pelo Grupo A da 1ª fase do 1º turno.O Serrano, após fraca campanha em 2007 (8º colocado), busca retomar o poder de fogo das temporadas iniciais, onde, em 2005, chegou a marca de 12 jogos sem perder, sendo inclusive o segundo colocado do 1º turno.

O “Jumento” também defende invencibilidade de 6 jogos como mandante no Campeonato Pernambucano. Além disso, apresenta um respeitável retrospecto no confronto diante dos times da capital, jogando no Pereirão. Em 12 partidas disputadas (desde 2004), são 5 vitórias, 1 empate e 6 derrotas. Sua maior vítima: Náutico.

O Náutico tem razões de sobra para entrar na partida com muita cautela. Motivos para isso não faltam, uma vez que, em suas estréias recentes como visitante, tem se dado mal, como em 2007 (Perdeu para o Ypiranga, 2×1), 2005 (Perdeu para o próprio Serrano, 1×0) e 1997 (1º de Maio, 2×0). Nos demais anos, estreou nos Aflitos.

O Timbu sabe que está devendo mais competitividade no estadual, tanto que nas 3 últimas temporadas que disputou, não chegou perto sequer de conquistar um turno. Outro fato que vem incomodando é que nos clássicos disputados (pelo pernambucano), a equipe só conseguiu vencer 2 em 12, após o título de 2004.

Apesar disso, a torcida alvirrubra está confiante que em 2008 vai ser diferente.

RESUMO DOS CONFRONTOS

Em Campeonatos Pernambucanos (exclusivamente neles), já foram realizados 8 encontros entre Serrano e Náutico.

Existe um grande equilíbrio nas partidas, com 4 vitórias do Náutico, 3 vitórias do Serrano, além de 1 empate.

No primeiro jogo entre eles, vitória do Náutico, 3×2, nos Aflitos (29-01-04). Na partida mais recente, vitória do Serrano, 2×1, no Pereirão (11-03-07).

Jogando em Serra Talhada, vantagem do “Jumento”, com 3 vitórias, contra apenas 1 do Náutico.

Confira mais em http://blogdosnumerospe.blogspot.com

Nesse domingo, 13 de janeiro, começa mais uma edição do Campeonato Pernambucano de Futebol para o Clube Náutico Capibaribe.

E, de cara, enfrentaremos o calor do sertão pernambucano e o time do Serrano, em Serra Talhada. Apesar de reconhecer que a prioridade máxima é o Campeonato Brasileiro, jamais podemos desprezar o certame estadual, sobretudo pela rivalidade contra os dois principais adversários, ainda que apenas os enfrentaremos no segundo turno, por conta do novo e confuso regulamento da competição.

O time que estará em campo hoje ainda não é aquele que certamente veremos ao longo do ano, mas tem o grande mérito de apresentar vários garotos das divisões de base, que ainda nos darão muitas alegrias nesse e nos próximos anos.

Assim como em 2001 e 2002, quando morava em Salvador/BA, espero colocar a faixa de Campeão Pernambucano longe do meu estado.

O ano de 2007, futebolisticamente falando, terminou no dia 02 de dezembro passado, após a vitória do Náutico sobre o Flamengo, pelo Brasileirão da Série A.

Forçando um pouco a nossa memória, recordaremos que o ano começou de forma irregular para o nosso time. Se por um lado fizemos uma campanha fraca no Pernambucano, onde ficamos em terceiro lugar, de outro fomos razoavelmente bem na Copa do Brasil, eliminando o Corinthians – nosso principal freguês de 2007, embora pudéssemos ter ido bem mais longe.

Chegou o mês de maio e, com ele, o início da Série A e a minha vinda para Brasília/DF. Começamos jogando bem, saindo na frente do placar no Mineirão contra o Atlético/MG, mas sofrendo injustamente a virada após os 50 min do 2o tempo, por conta de um imbecil que conduzia a arbitragem do jogo.

Após uma brilhante vitória nos Aflitos contra o campeão São Paulo e um empate também em casa contra o Vasco, o nosso Náutico entrou num declínio que apontava para um virtual rebaixamento à Série B após a primeira metade do campeonato.

Mas eis que, após a contratação do jovem técnico Roberto Fernandes, mesmo depois de mais uma sequencia de maus resultados, o Timbu engrenou de vez, por pouco não beliscou uma vaga na Copa Sul-Americana e salvou a temporada.

Depois de muito sofrimento em 2007, o mínimo que esperamos do time alvirrubro nessa temporada é a permanência na 1a divisão do Brasileiro para 2009. Se vier acompanhada dos títulos pernambucano e da Copa do Brasil, toda a família alvirrubra agradece!

ac180404d.jpgPara quem ama o Náutico de verdade e tem um mínimo de bom senso há de convir que o nosso glorioso Kuki não merece nenhum tipo de tratamento que não seja a consideração e o respeito, tendo em vista os muito bons serviços prestados às nossas cores. 

Todo mundo passa por bons e maus momentos e um time de futebol não é feito apenas por um jogador. Nosso time, apesar da boa evolução apresentada ao longo do segundo turno, continua com a segunda pior defesa do campeonato, o que não é culpa de A ou B, e sim de todo o grupo. 

O Kuki, no mínimo, merece cumprir seu contrato até o fim e ainda ter um jogo de despedida com todas as honras a que tem direito. Afora isso, é demonstração de ingratidão e, talvez, mau-caratismo, o que apenas servirá pra manchar a administração atual, atitude na qual não acredito. 

Acho que nosso baixinho ainda dará muitos “tapas com luvas” em muitos falsos alvirrubros. Obrigado, “Grande baixinho”, e que Deus lhe ilumine sempre. Seja muito bem vindo de volta. Abraços.

* Théo Sabiá é um dos fundadores da Confraria Timbu Coroado/DF. Está na Capital Federal desde que Kuki nasceu (há 36 anos), tempo que só fez aumentar a paixão pelo Clube Náutico Capibaribe

O Melhor de Brasília/DF

confraria_logo.jpgMaio de 2007. Estava almoçando, no intervalo de um treinamento que ministrava para um grupo de uma empresa associada ao nosso escritório de consultoria, quando recebi uma ligação de um amigo, com o qual trabalhara em Salvador até cinco anos antes. Tratava-se de uma proposta de trabalho, novamente para fora do estado de Pernambuco, dessa vez para Brasília. 

Diante da instabilidade financeira vivida no momento, não hesitei em aceitar, mesmo sem saber todos os detalhes da nova relação de trabalho. Apenas que a remuneração era boa e que a empresa pagaria a passagem de ida e um mês de hospedagem num hotel. 

Por outro lado, aceitar a proposta representaria também sacrificar o convívio com a família, uma vez que esposa e filho não poderiam sair de imediato. Representaria, também, deixar de acompanhar de perto a trajetória do Clube Náutico Capibaribe no Campeonato Brasileiro da Série A, competição da qual o clube de coração esteve afastado por longos 12 anos. Deixei a razão comandar o processo, uma vez que a carreira profissional e a sustentação da família estavam em jogo naquele momento. Mas a intuição não ficou de fora por completo, e ela dizia que algo de bom estava à minha espera. 

Uma semana depois, já estava partindo com destino à Capital Federal. Lembrei, então, que cerca de um ano antes tinha lido na Internet sobre um grupo de alvirrubros residentes no Distrito Federal, que se deslocaria para Anápolis/GO, para acompanhar um jogo do Timbu contra a Anapolina, então pela Série B. Através de contatos com amigos, cheguei ao nome de Thiago Magalhães, que foi o meu primeiro contato com a Confraria Timbu Coroado/DF. 

Por se tratar de um legítimo alvirrubro, não seria de se esperar algo diferente: uma recepção de categoria seis estrelas. Thiago se dispôs a me buscar no hotel, para acompanharmos pela TV, em um bar da cidade, o terceiro jogo do alvirrubro pelo Brasileirão. Naquela oportunidade, apenas empatamos por 2×2 com o Vasco, no Estádio dos Aflitos. Mas o resultado daquele jogo foi o que menos importou. O melhor de tudo foi encontrar e passar a se integrar a um grupo de alvirrubros que não conhecem fronteiras para acompanhar os jogos do único hexa-campeão pernambucano. 

Desde então, não deixo de acompanhar um jogo sequer do Náutico no campeonato em nossa “sede etílica”, o que inclui os piores momentos de nosso time na competição, quando éramos considerados virtuais rebaixados à Série B, junto com o América/RN. Mas inclui, sobretudo, momentos de intensa alegria vividos nas marcantes vitórias do alvirrubro. Jamais poderia imaginar que iria vivenciar uma das experiências mais inesquecíveis com o Náutico em pleno Serra Dourada, em Goiânia, no último dia 15 de Setembro, quando vencemos o Goiás de forma estupenda por 3×0, em uma partida que ficou marcada como o início de nossa brilhante recuperação no campeonato. Além disso, ficou marcada também como aquela em que pouco mais de 200 alvirrubros fizeram ecoar sua voz e sua alegria na capital goiana. Era a obstinação de vários integrantes da confraria que tornava aquilo uma realidade. Até hoje, o nosso técnico Roberto Fernandes enaltece e reconhece a importância de nosso incentivo naquele dia.  

O processo de integração em Brasília não se resumiu a acompanhar as partidas do Náutico: saídas para descontraídos bate-papos, churrascos de confraternização, dentre outros, sempre acompanhado dos “confrades timbus”, fizeram com que a distância e a saudade fossem bastante amenizadas. 

Depois de quase seis meses, posso afirmar com convicção: ter encontrado a Confraria Timbu Coroado/DF foi a melhor coisa que me aconteceu em Brasília.

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