Para quem ama o Náutico de verdade e tem um mínimo de bom senso há de convir que o nosso glorioso Kuki não merece nenhum tipo de tratamento que não seja a consideração e o respeito, tendo em vista os muito bons serviços prestados às nossas cores.
Todo mundo passa por bons e maus momentos e um time de futebol não é feito apenas por um jogador. Nosso time, apesar da boa evolução apresentada ao longo do segundo turno, continua com a segunda pior defesa do campeonato, o que não é culpa de A ou B, e sim de todo o grupo.
O Kuki, no mínimo, merece cumprir seu contrato até o fim e ainda ter um jogo de despedida com todas as honras a que tem direito. Afora isso, é demonstração de ingratidão e, talvez, mau-caratismo, o que apenas servirá pra manchar a administração atual, atitude na qual não acredito.
Acho que nosso baixinho ainda dará muitos “tapas com luvas” em muitos falsos alvirrubros. Obrigado, “Grande baixinho”, e que Deus lhe ilumine sempre. Seja muito bem vindo de volta. Abraços.
* Théo Sabiá é um dos fundadores da Confraria Timbu Coroado/DF. Está na Capital Federal desde que Kuki nasceu (há 36 anos), tempo que só fez aumentar a paixão pelo Clube Náutico Capibaribe
Sabiá,
Primeiramente te desejo sucesso nesta empreitada jornalística.
Em relação ao Kuki, nosso eterno ídolo, concordo plenamente que o mesmo merece todas as honras. Afinal, ele muito fez pelo Náutico. E não é agora que está numa má fase, que devemos desrespeitá-lo.
Abraço.