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nau4x0ame_3.jpgnau4x0ame_1.jpgDepois de um “mergulho” após 3 derrotas, estou de volta para comentar a nossa magnífica vitória desse sábado, contra o América/RN.

nau4x0ame_2.jpgnau4x0ame_0.jpgPrimeiramente, por que o mergulho? Simplesmente porque, na condição de torcedor, não me sinto obrigado a analisar derrotas do Náutico. Após os resultados negativos do Timbu, o meu humor não costuma ser dos melhores. Herdei isso do meu saudoso avô Manoel. Os que me conhecem sabem disso. Além do mais, deixo para os cronistas esportivos essa análise. Afinal, essa é a função primordial deles. 

Bom, em dia de jogo decisivo para o nosso alvirrubro, acordei confiante em mais uma vitória, imaginando que o clima no Recife estivesse parecido com o que antecedeu o jogo contra o Ituano, no ano passado. Aqui em Brasília, um temporal caiu sobre a cidade, provocando até o cancelamento da “pelada” dos “atletas” da Confraria Timbu Coroado/DF. Esse fato fez com que eu resolvesse antecipar o horário da ida ao Bar e Restaurante Jardins D’Itália, sede “etílica” dos confrades alvirrubros.

A confiança predominava o semblante de todos que iam chegando, em cima da hora, como de costume também aos freqüentadores do Caldeirão. 

Começo de jogo, parecia que o nosso otimismo seria confirmado com a abertura de placar com um pênalti marcado aos 2 minutos de partida. Para nossa desagradável surpresa, o craque e artilheiro Acosta bateu mal e nos fez sofrer por quase 40 minutos. O gol de Júlio César tirou o time e a torcida do sufoco. A partir daí, o Náutico voltou a ser aquele time que nos encantou em jornadas anteriores, como contra Sport, Atlético/PR e Juventude, só para citar as mais recentes. Sidny, com um golaço, e Ferreira – injustamente criticado por grande parte da torcida mais bonita de Pernambuco – duas vezes, completaram o retumbante placar de 4×0 que, embora não tenha afastado por completo o risco de rebaixamento, nos deixou numa condição muito mais favorável que antes da partida, a duas vitórias da vaga para a Sul-americana. 

E antes das 2 vitórias, nada melhor que duas semanas de descanso. Figueirense, pode esperar, a sua hora vai chegar!

A Confraria é do Timbu!

Confraria Timbu de Brasília faz homenagens nos Aflitos – 10/11/2007
Por: Site Oficial do Náutico

A sexta-feira (09) que antecede ao jogo contra o América/RN, válido pela Série A 2007 (confirmado para este sábado, às 17h10, no Caldeirão), foi marcada por homenagens em Rosa e Silva.

O técnico alvirrubro, Roberto Fernandes e o ex-jogador hexa-campeão, e hoje, diretor do Centro de Treinamento Wilson Campos, Ivan Brondi, receberam da Confraria Timbu Coroado, de Brasília, um troféu de reconhecimento pelos serviços prestados ao Clube Náutico Capibaribe.

Representantes da Confraria vieram, exclusivamente, da capital nacional para entregar as honrarias. “Esta é uma ação que pretendemos realizar todos os anos. Escolhemos duas pessoas: uma envolvida diretamente com o campo de jogo (atletas e comissão técnica) e outra de fora (diretores, torcedores, funcionários, colaboradores, etc) para entregar esta comenda”, explicou Daniel Vieira – presidente do conselho da Confraria Timbu Coroado.

Na ocasião inclusive, o Centro de Treinamento representado pelos ex-jogadores e professores das escolinhas do CT (Ivan Brondi, Salomão, Gena, Lala e Robélio), também recebeu um computador – doado pelo grupo. “Fico muito grato pelo reconhecimento. Mas esse prêmio eu divido com todos que fazem o CT Wilson Campos”, disse Ivan Brondi.

Com o técnico Roberto Fernandes, a história não foi diferente, o comandante alvirrubro lembrou do apoio dado pela Confraria, na partida contra o Goiás, no Serra Dourada, quando o Timbu venceu o rival por 3×0. “Gostaria de agradecer o apoio lá em Goiânia. Vocês fizeram mais barulho do que a própria torcida do Goiás”, exaltou Fernandes.

Na seqüência Roberto recebeu a homenagem das mãos dos membros da Confraria Timbu Coroado. Daniel Vieira e Wilson Correia. “São atitudes deste tipo que nos motiva cada vez mais. Com isso aumenta nossa responsabilidade, além de dar confiança para seguir trabalhando cada vez mais”, agradeceu Roberto Fernandes.

CONFRARIA TIMBU COROADO

A confraria Timbu Coroado, conta hoje, com mais de 450 integrantes. Em sua maioria pernambucanos que residem em Brasília, além dos simpatizantes (torcedores de clubes como Flamengo) e políticos como: o deputados Maurício Rands e Pedro Eugênio além do ex-ministro da saúde Humberto Costa

A entidade, que tem como presidente o alvirrubro Ricardo Fernandes, não se limita apenas torcer pelo Timbu. “A nossa confraria serve também para ajudar o clube no que for preciso e dentro das condições financeiras da Confraria. Além disso, sempre levamos aos estádios, caravanas para empurrar o Náutico rumo às vitórias”, contou o conselheiro Wilson Correia.

“Lá em Brasília a Confraria Timbu Coroado cresceu de tal maneira que atualmente, realizamos ações sociais junto a comunidade”, concluiu Correia.

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Grêmio e Náutico travam mais um duelo. Dessa vez no Olímpico. 

Se olharmos para as estatísticas, certamente não teremos nada animador. Vitórias na Série A, apenas 2 (total de 20 jogos). O último triunfo em 1991. Fora isso, mais 7 empates. No Olímpico então, nunca vencemos. 

Mas futebol não é feito só de números. Eles (os números) apenas embelezam e dão charme ao que aconteceu, mas pouco valorizam o presente. Podem servir, todavia, de grande motivação para essa ou aquela equipe. Também é bom que existam para que possamos desafiá-los. 

Jogando em casa, ninguém tem aproveitamento melhor do que o Grêmio (75% de aproveitamento) – 36 pontos em 48 disputados. Porém, fora de casa, o Timbu mostrou que tem personalidade. Deixou na saudade Goiás, Paraná, América, Santos, Corinthians…quem sabe não poderá incluir os gaúchos na lista? 

Está na hora de destruirmos tabus. São 9 jogos, com apenas 2 empates em Porto Alegre, em 1975 e 1982. Na Série B, arrancamos outro, um 2×2, em 2005. 

Para o Náutico, melhor time das 10 últimas rodadas (76,7% de aproveitamento), que surpreendeu a todos quando arrancou um bom empate no Mineirão (desfalcado de metade do time), nada mais é impossível.  

Pode-se arriscar até que são boas as chances do Náutico pontuar no confronto.

Eu acredito!  

Sds, Adethson Leite

Blog dos Números

e-mail: pdnpe@uol.com.br 

novo endereço: www.blogdosnumeros.com.br  

Adethson, eu também acredito que iremos não apenas pontuar, mas conseguir uma histórica vitória nessa impressionante recuperação alvirrubra!

Vinicius

Festa completa

externa_2.jpgDomingo de sol em Brasília. Véspera de aniversário, família junto e dia de jogo importante para o Náutico. A confiança era tão grande em uma vitória alvirrubra que cravei o placar de 3×0 no “bolão” da Confraria Timbu Coroado/DF.

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Mas a tensão nos rostos de quem acompanhava o jogo no Bar Jardins D’Itália mostrava que as coisas não seriam tão fáceis como eu e boa parte da torcida alvirrubra em Brasília, no Recife e espalhada pelo mundo inteiro esperávamos. Até porque tudo para o nosso Timbu vem com muito suor, sacrifício e algumas pitadas de drama.

Ao final do primeiro tempo do jogo contra o Corinthians, a confiança deu lugar à preocupação, eu olhava para todos os lados em busca de alguma razão para ainda não estarmos vencendo. Algo como algum “pé-frio” que estivesse afastando a nossa vitória. Começa a segunda etapa de jogo e o jogo continua tenso, truncado, o que reflete no comportamento de todos que assistem à partida nos televisores espalhados pelo bar. O nervosismo atrapalhava até a continuidade dos “gritos de guerra” normalmente entoados à exaustão nos mais recentes embates do Náutico na Série A. 

Eu não conseguia sequer tomar um gole de refrigerante e, à medida que o tempo passava, começava a temer que o final de semana até então perfeito pudesse perder um pouco do seu brilho por causa do time do coração. A torta continuava guardada no carro, aguardando tão somente a confirmação da vitória para ser saboreada junto com a família e os amigos. E ela veio no final, fazendo explodir de alegria toda a família alvirrubra e garantindo o melhor aniversário dos últimos 37 anos.

O confronto entre Náutico e Corinthians pode ser visto sobre dois ângulos: confronto geral e últimos encontros.

No primeiro, podemos ver uma boa vantagem para a equipe paulista, que em 19 jogos obteve 10 vitórias, o dobro do que conseguiu o Timbu. Além dos 15 jogos em que tivemos vencedores, mais 4 empates. Essa vantagem foi construída principalmente nos 8 primeiros encontros, entre 1954 e 1984, onde o alvinegro venceu 6 e empatou 1. Durante esse tempo, uma única vitória do Náurtico, em 1974, sob o comando de Orlando Fantoni, 2×0, no Arruda.

Em 1984, o Náutico conseguiu sua segunda vitória. Foi arrasador, 5×1. A partida foi realizada no dia 1º de abril, mas não foi mentira não. Grande vitória alvirrubra, sob o comando de Ênio Andrade. Contando com esse jogo, tivemos 11 de lá pra cá. 4 vitórias para cada lado, 14 gols marcados pelo Náutico, 10 pelo Corinthians. As 4 derrotas pernambucanas no Pacaembu.  Nesse período, jogaram 2 vezes nos Aflitos. Vencemos por 1×0, em 1989. Empatamos em 2007, 2×2 (Copa do Brasil).

Mesmo diante do equilíbrio recente, tivemos um jejum de 5 jogos sem vitórias diante dos corinthianos. De 1989 (após a vitória nos Aflitos) até 2007, 5 jogos, com 3 derrotas e 2 empates, com direito a jogo até no Mangueirão (2002), em Belém, válido pela Copa dos Campeões (torneio nacional que não vingou, como as competições regionais recentes). O empate em terras paraenses foi um dos últimos jogos de Muricy Ramalho no comando Timbu.

Acaba um jejum, começa outro. Como em 2002 e em 2007, foram registrados dois empates, a vitória do Náutico no Pacaembu, pela Copa do Brasil deste ano, acabou com o jejum de vitórias dos pernambucanos e estabeleceram 3 sem triunfos para os paulistas. Não era o bastante. Pelo brasileirão, mais um pra conta: 3×0, no Morumbi. Agora já são 4 jogos sem perder e 15 anos sem ser batido pelo adversário desse domingo.

Números são assim. Não mentem, não inventam. A tradução deles, porém, depende de como se interpreta. Amanhã, o jogo será nos Aflitos. Dizem que é guerra. Preparem-se todos então.

Sds,

Adethson Leite – Blog dos Números (www.blogdosnumeros.com.br)

30 ou 23?

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Hoje a imprensa esportiva nacional dá um exagerado destaque para os 30 anos da conquista do Corinthians, campeão paulista de 1977, após 23 anos de jejum.

Enquanto alvirrubro, “homenageio” o Timão – nosso próximo adversário (ou próxima vítima) no Brasileirão – com uma esmagadora vitória alvirrubra sobre o alvinegro, há 23 anos. A imagem do vídeo do youtube (ver link abaixo) não é boa, mas aquela vitória, que tive o privilégio de acompanhar das cadeiras do Arruda, foi fantástica!

Entre o 30 e o 23, fico com esse último!

Quem sabe o placar não se repita no próximo domingo 21?http://www.youtube.com/watch?v=7Hl5UduYhD8&mode=related&search=

Uma bela reação!

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O Náutico entrou no gramado do Mineirão, para enfrentar o Cruzeiro, desfalcado de 6 titulares, sem contar com a ausência do goleiro Eduardo, recuperando-se de contusão. A previsão natural de que o Timbu jogaria essa partida enfraquecido parecia se confirmar após o final do primeiro tempo, com o Cruzeiro vencendo por 2×0 e o Náutico sem esboçar qualquer reação. 

Imagino que o mais otimista dos alvirrubros poderia, àquela altura, desconsiderar qualquer outro resultado que não fosse uma derrota alvirrubra, esperando tão somente que o placar permanecesse modesto, tamanha a apatia do esquadrão vermelho e branco. 

Eis que surge mais uma vez o fundamental papel exercido pelo técnico do Náutico. Cada vez mais sou fã desse jovem técnico, que nos anos 80 batia bola nas quadras do Salesiano com tamanha dedicação que eu imaginava que ele viesse a atuar como atleta profissional!  

Roberto Fernandes fez apenas uma alteração no intervalo, tirando de campo o lateral-direito Rafael Mineiro – apático como o restante do time – para colocar o rápido atacante Serginho Baiano. Naquele momento, eu acreditava que essa alteração não resolveria o problema do time que, mesmo atuando com três zagueiros, havia tomado dois gols em cruzamentos contra a sua área. Mas a principal modificação não foi essa, e sim a conversa nos vestiários que fez a equipe mudar a sua atitude em relação à partida e acreditar que o resultado poderia, sim, ser revertido. 

E foi! Graças ao craque Acosta, que marcou duas vezes para igualar o marcador. O primeiro gol, diga-se de passagem, um golaço. Ele acabou expulso por uma falta boba perto do fim do jogo e ficará de fora da partida contra o Corinthians, no domingo 21, nos Aflitos. Será uma ausência importante, mas que não impedirá mais uma vitória alvirrubra rumo à classificação para a Copa Sul-Americana. Avante NÁUTICO!

MI-4?!

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Nesse feriado de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, o Náutico entra em campo, pela trigésima primeira rodada do Brasileirão 2007, para enfrentar o Cruzeiro, às 20h30min, no Mineirão. 

Como se não bastasse o fato de jogar contra o vice-líder do campeonato, dono do melhor ataque da competição, a equipe timbu ainda estará desfalcada de seis dos seus principais jogadores (Sidny, Toninho, Elicarlos, Daniel Paulista, Geraldo e Felipe) – todos por motivo de suspensão. 

Apesar de todas essas dificuldades, acredito que possamos sair de Belo Horizonte com mais uma vitória, que certamente nos colocará na zona de classificação para a Copa Sul-Americana. 

Com uma forcinha de Nossa Senhora Aparecida, teremos uma noite ainda mais feliz para todas as crianças alvirrubras.

Sem fronteiras!

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Depois de morar por cerca de dois anos em Salvador/BA (2000 a 2002), eis que passo novamente a residir fora de Pernambuco. Desde maio passado, estou na Capital Federal. Alguns amigos chegaram a lamentar: “depois de ver o Náutico fora da primeira divisão durante 12 anos, logo agora que rconfraria3.jpgetornamos à elite você vai moconfraria5.jpgrar em Brasília? Como vai acompanhar os jogos do Timbu?” 

Para a minha felicidade, existe a Confraria Timbu Coroado/DF. Um grupo que começou com a “insanidade” do alvirrubro Ricardo Cavalcanti, residente em Brasília há quase 30 anos que, ao acompanhar um jogo do Náutico contra o Brasiliense no Distrito Federal, em 2004, notou a presença de mais três alvirrubros no Estádio Serejão e fundou a Confraria, hoje com mais de 400 integrantes cadastrados. Em média, mais de 70 acompanham todos os jogos do único hexa-campeão pernambucano no Brasileirão 2007 na frente da TV em um bar de Brasília. 

E a Confraria é “pé-quente”! No último dia 15/09, fizemos uma caravana para acompanhar o Náutico em Goiânia/GO, contra o Goiás. Vencemos por 3×0 e fizemos uma festa que encantou até os torcedores adversários, com direito a “charanga” tocando frevo o tempo todo. Quem foi, jamais esquecerá!

Agradecimento

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Esse blog começou a ser ensaiado, inconscientemente, quando resolvi, do nada, começar a escrever “resenhas” pré e pós-jogos e enviá-las por e-mail aos amigos alvirrubros. Isso foi em 2001, quando estava morando em Salvador/BA. Sentia falta de acompanhar os jogos do Náutico nos Aflitos e talvez essa tenha sido uma forma de compensar a ausência. “Eletronicamente”, eu entrava no clima dos jogos, buscando comentários nos sites dos jornais de Pernambuco e em vários outros que trouxessem análises das partidas. E, claro, sempre que podia visitar minha cidade natal, aproveitava a oportunidade para ir ao Eládio de Barros Carvalho ver o “Timba” jogar.

A principal responsável por essa realização é Ana de Fátima Sousa, recifense, alvirrubra e mãe de Clara e Flora. Mesmo sendo uma jornalista com inigualável domínio das palavras, ela insiste que as minhas “resenhas” são bem escritas e devem ser amplamente divulgadas. Como irmã desse alvirrubro, sua avaliação é altamente suspeita e deve ter desprezado tudo o que aprendeu nos anos de faculdade…

Aninha também é responsável, indiretamente, por uma de minhas maiores frustrações na trajetória de “alucináutico”. É que, por conta de uma briguinha de irmãos adolescentes, em 1984, fui apenado com um dos maiores castigos que recebi em meus quase 37 anos de vida: fui proibido de ir ao Arruda, acompanhar a final do campeonato daquele ano, contra o Santa Cruz, quando o Náutico sagrou-se campeão pernambucano depois de longos dez anos de jejum. Graças a Deus, esse episódio não afetou nem a relação com minha querida irmã, tampouco com papai e com o Náutico, obviamente!

Obrigado, Aninha!

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